Telefonamos a toda a gente que ela conhecia. Ninguém sabia onde ela estava, ninguém. Passou um dia. Não parava de pensar na Karina, será que está em apuros? Será que foi assaltada, ou raptada? Ou será que bebeu demais e agora está algures espalhada pelo chão? Ou será que...Não, não podia ser, a minha maninha não podia estar...Morta...Isto não pode ter acontecido connosco, comigo...
Passei duas horas inteiras a rezar... "Deus...Meu senhor, ajuda-me a encontra-la! Ajuda-a se esta ferida ou magoada, salva-a e serei freira, serei tudo o que tu quiseste que eu fosse. Por favor!" - pensava eu...Mais uma hora, mais duas...O tempo continuava correr como água num rio, não parava. E eu precisava tanto que parasse, para poder pensar, decidir o que fazer a seguir...Mas o tempo não para...E com cada segundo que passava perdia mais a paciência e a esperança...Onde ela está? De todas as perguntas que já tinha feito a minha mãe, aos professores ou aos outros, era a única e a mais importante que merecia mesmo ter resposta...Uma pergunta tão simples, mas tão terrivelmente difícil...
- Então? Há novidades? Vim o mais rápido que pude... - ouvi uma voz, não acreditava no facto de a estar a ouvir...Era a voz do....Do meu pai.
- Não...Não temos novidades nenhumas... - respondeu a minha mãe...
- A...A Dana? - perguntou ele...
- Surpreendente...Ainda te lembras do meu nome? - perguntei eu com uma voz irónica...
- Eu percebo-te...Estas magoada e preocupada...F...Filha também estou assim...
- Tu devias ser actor! - estava magoada...Foi pela primeira vez que o vi, em tanto tempo...
- Dana! - chateou-se a minha mãe...
- Defende-o! Sim! Ao fim de tanto tempo! Era preciso alguém desaparecer para tu apareceres? Não finjas que estás preocupado, enquanto é a última coisa que sentes! Vou-me embora! - gritei eu e corri para fora de casa...Ainda ouvi a minha mãe a gritar, mas não conseguia estar ali...Tudo lembrava-me a Karina e precisava de sossego por 5 minutos, estava confusa...O meu pai não mudou nada...Para ser sincera, queria que ele me abrasasse e que me protegesse, mas se ele não tivesse outra, se calhar a Karina agora estivesse em casa, portanto ele em parte é culpado...
Estava a chover...Eu estava sozinha, num parque...Sentada num banco, a ver pessoas a fugirem da chuva....Comecei a chorar...A frase daquele momento era uma frase em inglês "I love walking on the rain because nobody see that I'm crying"....Lágrimas eram fraquesa, mas e quem disse que eu não o era? Naquele momento, mas tive que crescer...
quinta-feira, 23 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Puro Acaso - pt.5
Acordei com dores de cabeça e com muita sede. Parecia que não bebia há dias. Dirigi-me a cozinha e bebi dois copos de água. Ouvi a porta do quarto dos meus pais, ou melhor, da minha mãe a abrir-se.
A minha mãe era divorciada. Éramos uma família muito feliz, eu era a irmã mais velha e a Karina a mais nova, o nosso pai era amável e eu era muito ligada á ele. Ia a escola, voltava, aos domingos passeávamos e éramos felizes. Até que um certo dia ele começou a chegar tarde a casa, deixou de ter tempo para nós nos domingos e mais tarde a minha mãe descobriu que ele tinha outra mulher que estava gravida. Deixou-o, pois ele traiu-a e traíu nos a nós. Divorciaram-se. Naquele momento apercebi-me de que não há relações perfeitas, e se pensa que há, então não passa duma ilusão.
- Olá filha! - disse ela, dando-me um beijinho na cara.
- Olá mãe! - disse eu sorrindo.
- Então quando é que chegaram à casa?
- Para ser sincera não me lembro...A Karina ainda não acordou?
- Mas ela não está no teu quarto?
- Não. Deve estar na casa de banho. Eu vou lá, bem que preciso dum banho.
Saí da cozinha e dirigi-me a casa de banho. Bati à porta. Nada.
- Karina?
Nada.
- "Gaja"?
Silêncio. Percorri a casa toda e não a encontrei.
- Mãe, ela não está em lado nenhum! - disse eu preocupada.
- Eu telefono-lhe.
E pegou no telemóvel e tentou contactar a minha irmã. Outra vez NADA. Telefonou ao Nick...
- Tou? - perguntou o namorado da Karina.
- Nick, a Karina está contigo?! - muito preocupada perguntou a minha mãe. Até ao momento eu não estava muito nervosa, não acreditava que era alguma coisa de grave, mas a partir do momento em que o Nick disse um simples e curto "Não" eu percebi que alguma coisa estava mal.
Onde estava a minha irmã? Porque que ela não dormiu em casa? Porque que tinha o telemóvel desligado? Porque que Nick tinha a voz tremida? São perguntas que me foram respondidas muito em breve, mas não duma maneira que eu queria.
A minha mãe era divorciada. Éramos uma família muito feliz, eu era a irmã mais velha e a Karina a mais nova, o nosso pai era amável e eu era muito ligada á ele. Ia a escola, voltava, aos domingos passeávamos e éramos felizes. Até que um certo dia ele começou a chegar tarde a casa, deixou de ter tempo para nós nos domingos e mais tarde a minha mãe descobriu que ele tinha outra mulher que estava gravida. Deixou-o, pois ele traiu-a e traíu nos a nós. Divorciaram-se. Naquele momento apercebi-me de que não há relações perfeitas, e se pensa que há, então não passa duma ilusão.
- Olá filha! - disse ela, dando-me um beijinho na cara.
- Olá mãe! - disse eu sorrindo.
- Então quando é que chegaram à casa?
- Para ser sincera não me lembro...A Karina ainda não acordou?
- Mas ela não está no teu quarto?
- Não. Deve estar na casa de banho. Eu vou lá, bem que preciso dum banho.
Saí da cozinha e dirigi-me a casa de banho. Bati à porta. Nada.
- Karina?
Nada.
- "Gaja"?
Silêncio. Percorri a casa toda e não a encontrei.
- Mãe, ela não está em lado nenhum! - disse eu preocupada.
- Eu telefono-lhe.
E pegou no telemóvel e tentou contactar a minha irmã. Outra vez NADA. Telefonou ao Nick...
- Tou? - perguntou o namorado da Karina.
- Nick, a Karina está contigo?! - muito preocupada perguntou a minha mãe. Até ao momento eu não estava muito nervosa, não acreditava que era alguma coisa de grave, mas a partir do momento em que o Nick disse um simples e curto "Não" eu percebi que alguma coisa estava mal.
Onde estava a minha irmã? Porque que ela não dormiu em casa? Porque que tinha o telemóvel desligado? Porque que Nick tinha a voz tremida? São perguntas que me foram respondidas muito em breve, mas não duma maneira que eu queria.
Puro Acaso - pt. 4
- Karina! Há tantos rapazes aqui! - disse ele com uma voz irritada e agressiva. Ele passava o tempo todo a fazer cenas...Que dramático. Afinal isto não é um filme, não vale a pena dramatizar tanto.
- Pára amor! - respondeu ela. Eu tinha pena dela. Ela merecia um rapaz melhor, mas não. Iria ser fácil demais para ela. Mas doía-me o coração ao vê-la a tentar mudar uma pessoa que não se quer mudar.
No início ela não gostava muito dele, mas ela já estava farta dos rapazes que lhe fazem as vontades e começou a sair com o Nick para se divertir um pouco, mas entrou demasiado no jogo e já não consegue saír porque... Bem, o amor é assim. Também a vida é assim. Estamos constantemente a querer mais. Quanto mais temos, mais queremos e não damos o valor certo às coisas que tínhamos nas nossas mãos. Eu percebo que de uma certa maneira ela é feliz com ele, mas ele é ciumento. DEMASIADO ciumento. E isto não me agrada muito, porque preocupo-me com ela e Ciúmes são um sentimento tão forte como o Amor e o Ódio.
Há outra coisa que não gosto nele. Nick quer muitas coisas que a Karina não lhe quer dar. Não sei se é porque não quer ou é por causa da promessa que me fez quando eramos pequenas. Eu tinha 10 anos e ela 9. Karina chegou à casa muito feliz e contou-me o sucedido...Ela tinha beijado um rapaz da turma dela. Um beijo à sério. Fiquei muito triste porque queria ser a primeira, visto que sou a mais velha e então prometeu me que quando fossemos crescidas ela iria esperar que eu deixasse de ser inocente. Eu nem me lembrava da aposta, mas ela lembra-se dela até agora faz questão de a cumprir.
- Meninas, daqui a 5 minutos podem começar. - disse o Mark, o filho do gerente.
- Ok, obrigada. - disse a Fany.
- Tu vais tocar com estes “gajos” todos aqui? - perguntou o Nick.
Ela olhou para ele e dirigiu-se ao palco. Fomos atrás dela e começamos. Eu não parava de repetir os acordes e as letras na minha cabeça, estava muito nervosa, foi como se estivesse num exame que decidisse se seria feliz e completa ou não. Este nervosismo caiu quando peguei na guitarra e fiz os primeiros acordes. Na segunda música, fui-me levar pelo bom estado e apoio do público e sentia-me uma verdadeira estrela. Foi o melhor momento da minha vida. Parecia que tudo girava a nossa volta, afinal é isto, fazer o que gostamos mais e sermos reconhecidos por isto. Estava no topo de felicidade, sentia o sangue a bater cada vez mais rápido.
- Vamos festejar! Vou beber até cair hoje! - e dirigi-me ao bar e comecei a cumprir a minha palavra com os meus amigos.
Diverti-me muito nesta noite, bebi bastante pela primeira vez na minha vida. Sem suspeitas, aberta para o presente, de costas para o futuro, eu não sabia o que vinha aí.
- Pára amor! - respondeu ela. Eu tinha pena dela. Ela merecia um rapaz melhor, mas não. Iria ser fácil demais para ela. Mas doía-me o coração ao vê-la a tentar mudar uma pessoa que não se quer mudar.
No início ela não gostava muito dele, mas ela já estava farta dos rapazes que lhe fazem as vontades e começou a sair com o Nick para se divertir um pouco, mas entrou demasiado no jogo e já não consegue saír porque... Bem, o amor é assim. Também a vida é assim. Estamos constantemente a querer mais. Quanto mais temos, mais queremos e não damos o valor certo às coisas que tínhamos nas nossas mãos. Eu percebo que de uma certa maneira ela é feliz com ele, mas ele é ciumento. DEMASIADO ciumento. E isto não me agrada muito, porque preocupo-me com ela e Ciúmes são um sentimento tão forte como o Amor e o Ódio.
Há outra coisa que não gosto nele. Nick quer muitas coisas que a Karina não lhe quer dar. Não sei se é porque não quer ou é por causa da promessa que me fez quando eramos pequenas. Eu tinha 10 anos e ela 9. Karina chegou à casa muito feliz e contou-me o sucedido...Ela tinha beijado um rapaz da turma dela. Um beijo à sério. Fiquei muito triste porque queria ser a primeira, visto que sou a mais velha e então prometeu me que quando fossemos crescidas ela iria esperar que eu deixasse de ser inocente. Eu nem me lembrava da aposta, mas ela lembra-se dela até agora faz questão de a cumprir.
- Meninas, daqui a 5 minutos podem começar. - disse o Mark, o filho do gerente.
- Ok, obrigada. - disse a Fany.
- Tu vais tocar com estes “gajos” todos aqui? - perguntou o Nick.
Ela olhou para ele e dirigiu-se ao palco. Fomos atrás dela e começamos. Eu não parava de repetir os acordes e as letras na minha cabeça, estava muito nervosa, foi como se estivesse num exame que decidisse se seria feliz e completa ou não. Este nervosismo caiu quando peguei na guitarra e fiz os primeiros acordes. Na segunda música, fui-me levar pelo bom estado e apoio do público e sentia-me uma verdadeira estrela. Foi o melhor momento da minha vida. Parecia que tudo girava a nossa volta, afinal é isto, fazer o que gostamos mais e sermos reconhecidos por isto. Estava no topo de felicidade, sentia o sangue a bater cada vez mais rápido.
- Vamos festejar! Vou beber até cair hoje! - e dirigi-me ao bar e comecei a cumprir a minha palavra com os meus amigos.
Diverti-me muito nesta noite, bebi bastante pela primeira vez na minha vida. Sem suspeitas, aberta para o presente, de costas para o futuro, eu não sabia o que vinha aí.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Puro Acaso pt.3
A noite estava a prometer trazer-me muitas energias positivas. Arrumei a minha guitarra nova e olhei, pela última vez para o espelho.
- Vamos lá Karina, ainda temos que preparar as coisas! - gritei eu. Estava mesmo nervosa.
- Já vou! - e de seguida saiu do quarto.
Ela estava muito bonita. Seu cabelo ruivo estava perfeitamente ondulado, pareciam ondas dum mar consumido pelo fogo. Os seus olhos estavam contornados com lápis de olhos preto fornecendo assim um forte contraste. Os lábios dela estavam pintados com um brilho para lábios com tom cor-de-laranja. Estava linda e provocadora. Tinha vestida uma saia preta, uma camisa branca e por cima um top preto com muitos pins. Estava a usar o colar que eu lhe ofereci e três pulseiras. Para mim ela já era uma estrela de Rock. Sua voz era fantástica.
***
O bar estava cheio, fiquei muito nervosa. Afinal esperava por este momento há muito tempo. Encontrei a Fany e a Tina. Fany era a baterista da nossa banda tinha pele muito bronzeada, tinha olhos pretos e o cabelo castanho claro e comprido, a Tina tinha o cabelo preto, curto com uma franja para lado e tinha olhos cor-de-avelã. Eramos uma exelente equipa. De repente fiquei perturbada. Vi o namorado da minha irmã a entrar e a diregir-se para nós.
- Olá. - disse ele com um tom "eu sou o rei do mundo”.
-Olá. - respondi eu sem entusiasmo. Não gostava nada dele. Ele era muito ciumento e além disso absorvia-me e penetrava-me com seus olhos azuis - marinho. Já avisei a Karina muitas vezes, mas ela não me dá ouvidos. Teimosa como eu.
- Vamos lá Karina, ainda temos que preparar as coisas! - gritei eu. Estava mesmo nervosa.
- Já vou! - e de seguida saiu do quarto.
Ela estava muito bonita. Seu cabelo ruivo estava perfeitamente ondulado, pareciam ondas dum mar consumido pelo fogo. Os seus olhos estavam contornados com lápis de olhos preto fornecendo assim um forte contraste. Os lábios dela estavam pintados com um brilho para lábios com tom cor-de-laranja. Estava linda e provocadora. Tinha vestida uma saia preta, uma camisa branca e por cima um top preto com muitos pins. Estava a usar o colar que eu lhe ofereci e três pulseiras. Para mim ela já era uma estrela de Rock. Sua voz era fantástica.
***
O bar estava cheio, fiquei muito nervosa. Afinal esperava por este momento há muito tempo. Encontrei a Fany e a Tina. Fany era a baterista da nossa banda tinha pele muito bronzeada, tinha olhos pretos e o cabelo castanho claro e comprido, a Tina tinha o cabelo preto, curto com uma franja para lado e tinha olhos cor-de-avelã. Eramos uma exelente equipa. De repente fiquei perturbada. Vi o namorado da minha irmã a entrar e a diregir-se para nós.
- Olá. - disse ele com um tom "eu sou o rei do mundo”.
-Olá. - respondi eu sem entusiasmo. Não gostava nada dele. Ele era muito ciumento e além disso absorvia-me e penetrava-me com seus olhos azuis - marinho. Já avisei a Karina muitas vezes, mas ela não me dá ouvidos. Teimosa como eu.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Puro Acaso pt.2
Saí do banho a sorrir. Ainda tinha muita coisa para fazer hoje. Comecei por telefonar a toda gente a confirmar o sítio e a hora da festa. A festa era num Rock Bar onde tocavam muitas bandas novas. Nós íamos tocar lá nesta noite, por isso vesti umas calças de ganga rotas, cinto com duas correntes fininhas, um top preto e um top vermelho transparente, por cima, também calcei os meus "All Stars" favoritos personalizados. Não me esqueci de por uma cruz, para que Deus estivesse comigo a ajudar me.
-Dana...Olha, eu sei que não gostas dele e que a festa de anos é tua, mas tu sabes o quanto gosto dele. - disse a Karina.
-Um...Podes trazê-lo, afinal ele faz parte da tua vida, mas cuidado para ele não fazer uma cena de ciúmes quando formos nós a actuar.
-Está bem maninha! - deu me um beijinho na cara e foi-se embora.
Eu amava-a mesmo, mais que amo alguém neste mundo. Ela era perfeita, sempre quis ser como ela era...Carinhosa, forte.
-Dana...Olha, eu sei que não gostas dele e que a festa de anos é tua, mas tu sabes o quanto gosto dele. - disse a Karina.
-Um...Podes trazê-lo, afinal ele faz parte da tua vida, mas cuidado para ele não fazer uma cena de ciúmes quando formos nós a actuar.
-Está bem maninha! - deu me um beijinho na cara e foi-se embora.
Eu amava-a mesmo, mais que amo alguém neste mundo. Ela era perfeita, sempre quis ser como ela era...Carinhosa, forte.
Minha História - "Puro Acaso" pt.1
Intro: Uma vez li um livro, chamado “Visto do céu” da Alice Sebold… Contava uma história de uma menina que foi violada e morta, depois cortada em pedaços como um animal. Lembro-me de ter chorado, porque sentia a dor da menina de 14 anos, quando esta não podia seguir a sua vida, não podia falar com eles, mas podia vê-los, vê-los a tomar decisões erradas sem poder gritar por eles, sem eles a poderem ouvir. Ela era um mero fantasma. No início do livro, li um momento interessante. “No escritório do meu pai, estava parado uma bola de vidro e dentro – um pinguim na neve com um cachecol ás riscas brancas e vermelhas. Quando eu era pequenina, o meu pai sentava-me no colo dele, pegava na bolinha, virava-a para baixo, e rapidamente virava para cima, de maneira que víamos pequenos flocos de neve a descerem e aconchegarem o pinguim. Eu ficava perturbada: o pinguim está lá sozinho-sozinho, e isto dava-me pena. Uma vez partilhei o que sentia com o meu pai, ao que ele respondeu: “ Não te preocupes, Susie, ele não está assim tão mal. Visto que ele foi parar ao mundo ideal.” Achei engraçada a frase, mas não a percebia totalmente. Estava feliz, as infelicidades quase sempre passavam ao meu lado e ao lado dos que mais amava. Mas tudo muda. A minha vida mudou, arrastando-me atrás dela. Como dizia Victor Hugo, "O futuro tem muitos nomes. Para os incapazes o inalcançável, para os medrosos o desconhecido, para os valentes a oportunidade." O futuro passou a ser a minha oportunidade de…
2006.15 de Julho. Acordei....O tempo estava excelente, imaginei-me logo a nadar na água fria do Oceano Atlântico, com a água a brincar com meu corpo, fornecendo minerais que pode fornecer. Hoje fazia anos.16 anos...Estava muito feliz, pois esperava por este dia há muito tempo. Era uma idade em que era altura de experimentarmos muitas coisas novas. Na verdade eu acreditava que iria apaixonar-me pela primeira vez nesta idade, idade de uma jovem, jamais uma criança. Também...Bem, também acreditava que iria deixar de ser criança num outro sentido, mas ainda não encontrei o rapaz certo para isso...
Então imaginei-me a dançar num Rock Bar. Um rapaz de 18 anos veio ter comigo e pediu me para dançar com ele, eu aceitei e assim conheci-o. Ele era moreno, mas a sua pele era clarinha e ele tinha olhos muito escuros, suponho que eram pretos. Pela sua roupa podia ver que era Rockeiro, como eu...Apaixonamo-nos logo e beijamo-nos...
Os meus pensamentos foram interrompidos pelo som de abrir de porta do meu quarto. Permaneci imóvel com olhos fechados.
- Não faças barulho. - disse à minha mãe
-Dana vai ficar radiante! - disse a Karina. Ela conhecia-me bem, apesar de ser um ano mais nova que eu.
-Bem. Força!
E senti um balde de água fria a ser entornado sobre mim. Dei um grito e saltei.
- Estão loucas? - perguntei eu. E então o meu olhar caiu sobre o meu presente. Fiquei sem palavras. Era mesmo o que eu desejava... Era uma Yamaha RGX A2 preta com borboletas rochas...Era tão linda a minha guitarra nova! De certeza que seria a melhor guitarra que tive desde que comecei a tocar. Toco guitarra há 6 anos, também toco bateria, mas a minha verdadeira paixão é Guitarra. Tenho uma banda chamada Sweet Revange tocamos Rock, Punk Rock e Emo Core eu sou a guitarrista e faço de back vocalista, e Karina, minha irmã é vocalista.
- Obrigada! É tão linda! Nem tenho palavras para explicar como estou agradecida!
Agradeci-as e fui tomar banho, hoje tinha que estar perfeita, quem sabe se não conheço um rapaz como o dos meus pensamentos?
Eu tinha 169 cm de altura, não era gorda, mas não era muito magra. Tinha cabelo comprido e Ruivo - Aloirado e olhos azuis que as vezes ficavam verdes e uma pele muito branquinha da qual eu não gostava nada e tentava apanhar máximo de sol, pensei olhando para espelho "Não sou pior que ninguém".O que não gostava mesmo nada e mim era falta de auto-confiança.
2006.15 de Julho. Acordei....O tempo estava excelente, imaginei-me logo a nadar na água fria do Oceano Atlântico, com a água a brincar com meu corpo, fornecendo minerais que pode fornecer. Hoje fazia anos.16 anos...Estava muito feliz, pois esperava por este dia há muito tempo. Era uma idade em que era altura de experimentarmos muitas coisas novas. Na verdade eu acreditava que iria apaixonar-me pela primeira vez nesta idade, idade de uma jovem, jamais uma criança. Também...Bem, também acreditava que iria deixar de ser criança num outro sentido, mas ainda não encontrei o rapaz certo para isso...
Então imaginei-me a dançar num Rock Bar. Um rapaz de 18 anos veio ter comigo e pediu me para dançar com ele, eu aceitei e assim conheci-o. Ele era moreno, mas a sua pele era clarinha e ele tinha olhos muito escuros, suponho que eram pretos. Pela sua roupa podia ver que era Rockeiro, como eu...Apaixonamo-nos logo e beijamo-nos...
Os meus pensamentos foram interrompidos pelo som de abrir de porta do meu quarto. Permaneci imóvel com olhos fechados.
- Não faças barulho. - disse à minha mãe
-Dana vai ficar radiante! - disse a Karina. Ela conhecia-me bem, apesar de ser um ano mais nova que eu.
-Bem. Força!
E senti um balde de água fria a ser entornado sobre mim. Dei um grito e saltei.
- Estão loucas? - perguntei eu. E então o meu olhar caiu sobre o meu presente. Fiquei sem palavras. Era mesmo o que eu desejava... Era uma Yamaha RGX A2 preta com borboletas rochas...Era tão linda a minha guitarra nova! De certeza que seria a melhor guitarra que tive desde que comecei a tocar. Toco guitarra há 6 anos, também toco bateria, mas a minha verdadeira paixão é Guitarra. Tenho uma banda chamada Sweet Revange tocamos Rock, Punk Rock e Emo Core eu sou a guitarrista e faço de back vocalista, e Karina, minha irmã é vocalista.
- Obrigada! É tão linda! Nem tenho palavras para explicar como estou agradecida!
Agradeci-as e fui tomar banho, hoje tinha que estar perfeita, quem sabe se não conheço um rapaz como o dos meus pensamentos?
Eu tinha 169 cm de altura, não era gorda, mas não era muito magra. Tinha cabelo comprido e Ruivo - Aloirado e olhos azuis que as vezes ficavam verdes e uma pele muito branquinha da qual eu não gostava nada e tentava apanhar máximo de sol, pensei olhando para espelho "Não sou pior que ninguém".O que não gostava mesmo nada e mim era falta de auto-confiança.
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